Todo mundo já teve ou terá um esquema que não ficaria na frente de ninguém nem sob tortura e muito menos apresentaria pro seu melhor amigo, porque simplesmente tem ou tinha muita vergonha dele(a).
Esse é o conhecido cafuçú.
Em uma conversa com amigos essa “bomba” veio explodir na nossa cara e todos tinham um caso desse tipo, um cara ou uma lady que pode ter conhecido de “n” modos, pela internet ou é o entregador de água, a caixa da lanchonete, o primo do porteiro do prédio, o vendedor de amendoim no carnaval em uma famosa praia do Nordeste, na verdade a profissão não importa o que realmente importa é a vergonha que essas pessoas podem nos fazer passar: falar errado, ser terrivelmente feio(a), mal vestido, brega demais, não ter absolutamente nada que te chame atenção a não ser a “pegada” também chamada pela gíria idosa de “borogodó”.
“Ai... e que pegada era aquela daquele cafuçú do bem hein?!” você pensa e completa “Nunca que eu vou contar pra ninguém essa história!” e pensa ainda mais depois que aproveitou pencas “nunca mais quero ver essa criatura na vida” e não dá duas semanas para a solidão bater à sua porta e você correr pro seu Nokia 3310 e ligar pra esse cafuçú cara de tapioca caroçuda com aquela super vontade de fazer “Alô?! OIii!!” a voz bem mansinha “O que você vai fazer hoje? Seu lindo!”






