
Nós mulheres quando somos indagadas sobre com quem queremos casar,ou que tipo de homem preferimos,respondemos: -Ah, eu quero um homem fiel,romântico,atencioso,carinhoso,que me traga flores e blá-blá-blá.
Mas com quem a gente costuma se envolver na prática? Aquele tipinho mais canalha e imprestável possível.(E não venham me dizer que estou generalizando. É ou não é assim na prática?!).Que atire a 1ª pedra quem nunca se envolveu com um ser que você sabia que não valia a pena,mas que por algum motivo você tinha de ter algo com. Então tá, se ninguém quer confessar, eu confesso! srsrsr
Li esses dias uma frase de Clarice Lispector que resume bem isso: O que obviamente não presta sempre me interessou muito.
Daí pesquisando sobre esse nosso (ou meu somente,como queiram) ‘gosto’ pelo que não presta, vi uma explicação até que plausível: um mecanismo na mente chamado "auto-sabotagem". Um exemplo bem besta: Você está acima do peso,sabe que tem de fazer dieta, mas a sobremesa é sorvete de chocolate e você toma. Com relacionamento pode acontecer, as vezes a gente entra em relações fadadas ao fracasso.
Estou cá a refletir... será que estou me sabotando?



