quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Vergonha Alheia!


Todo mundo já teve ou terá um esquema que não ficaria na frente de ninguém nem sob tortura e muito menos apresentaria pro seu melhor amigo, porque simplesmente tem ou tinha muita vergonha dele(a).
Esse é o conhecido cafuçú.
Em uma conversa com amigos essa “bomba” veio explodir na nossa cara e todos tinham um caso desse tipo, um cara ou uma lady que pode ter conhecido de “n” modos, pela internet ou é o entregador de água, a caixa da lanchonete, o primo do porteiro do prédio, o vendedor de amendoim no carnaval em uma famosa praia do Nordeste, na verdade a profissão não importa o que realmente importa é a vergonha que essas pessoas podem nos fazer passar: falar errado, ser terrivelmente feio(a), mal vestido, brega demais, não ter absolutamente nada que te chame atenção a não ser a “pegada” também chamada pela gíria idosa de “borogodó”.
“Ai... e que pegada era aquela daquele cafuçú do bem hein?!” você pensa e completa “Nunca que eu vou contar pra ninguém essa história!” e pensa ainda mais depois que aproveitou pencas “nunca mais quero ver essa criatura na vida” e não dá duas semanas para a solidão bater à sua porta e você correr pro seu Nokia 3310 e ligar pra esse cafuçú cara de tapioca caroçuda com aquela super vontade de fazer “Alô?! OIii!!” a voz bem mansinha “O que você vai fazer hoje? Seu lindo!”

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

2 Become 1: A Disputa.


Depois de descobrir que o esquema do colega é o seu mesmo esquema (leia aqui), o amigo decide contar ao colega a verdade. O colega se choca, mas diz está tudo bem...
Conversas no MSN mais tarde e os dois conversam abertamente sobre o esquema e decidem meio que nas entrelinhas um “cada um por si”, pronto está feita a disputa “amigável”.
Esse amigo conversando comigo diz “Rapaz, eu vou sair com essa criatura terça mesmo, mas vou sem expectativas ou como amigo porque essa situação é muito estranha, ele ainda tá saindo com meu colega”. E eu respondo “pesado viu, mas vai mesmo e deixa rolar... e tu sabe que disputar é muito bom, desde que não se perca né?!”
Eu vejo tudo isso como uma disputa onde o prêmio não é a pessoa em si, mas sim ser o “escolhido” por ele e eu ia fazer tudo pra ele me “preferir” e quando ele estivesse comigo ia dá um pé na bunda dele!! Muáah!
Chegou o dia do encontro e, segundo meu amigo, tudo muito tranquilo sem nenhuma performance mais forte, já que marcaram em lugar público e esse não era o dia de chocar a sociedade alencarina e ficou no ar um novo encontro. Quando esse meu amigo chega em casa o celular vibra e é a seguinte mensagem “amanhã estarei sozinho em casa, você bem que poderia me fazer uma visita.”
Me contou isso e disse “pelo que eu saiba o colega nunca recebeu nenhum convite desse tipo...” e eu disparei “então você foi o ‘escolhido’!” e pensei “agora só falta dá um pé na bunda dele ou não, vai que ele é uma pessoa super de bem... vai saber!”

terça-feira, 9 de novembro de 2010

2 Become 1



            Conversando no MSN com um amigo ele me contou uma conversa muito estranha que teve com um colega que foi mais ou menos assim:
           “O teu esquema faz o que mesmo?” pergunta meu amigo ao colega de faculdade que responde “Ele faz engenharia civil”, “É?! O meu esquema também” responde o meu amigo e continua falando “o meu esqueminha vai viajar nesse final de semana...” e sem dá chance pro amigo falar já vai soltando empolgado “Áaaaaa o meu também, ele vai pra Natal, e o seu vai pra onde? Nossa que coincidência né?!” e o meu amigo já sentindo o que parecia ser impossível mentiu com a cara tremendo “Ele vai pra... é... Canoa Quebrada!” e já temeroso fez a pergunta mais importante como quem não quer nada “Qual é mesmo o nome dele? Do teu esquema?” e o colega respondeu “César!” e o meu amigo fez cara de paisagem e disfarçou, mesmo se chocando e constatando que os dois esquemas na verdade “é” a mesma pessoa.
          
CONTINUA............

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

A Trança e a Macumba do Mal!



Ontem um pedinte sujo e com várias tranças na cabeça que faziam aquele fuá que você nunca sabe se é cabelo ou sujeira, me abordou.
Na hora eu estava falando ao celular e trocando de lugar no carro (passando para o banco da frente), ele falava e eu sem entender nada continuei falando ao celular e ele estendia a mão pra mim e eu respondia "hurrum... sei sei..." sem dá muita importância e meu irmão que estava no banco do motorista respondia “tem não, tem não!” fazendo negativo com a mão.
Me sentei no banco e fechei a porta e, pasmem, do nada caiu uma trança do cabelo sujo dele bem no meu braço e ficou “escanxada”, grudada mesmo e eu morri sem saber o que fazer com a trança dele "colada" em mim. Rapidamente peguei com a outra mão e joguei pra fora do carro e disse chocado pro meu irmão: “tu viu esse tufo de cabelo que caiu em cima de mim?” e ele respondeu: “não!” e soltei: “será que é algum tipo de macumba?” meu irmão retruca: “se macumba desse certo ele estaria em uma situação muito boa agora e não pedindo dinheiro na rua” e eu disparei: “macumba pro bem não existe mesmo não, mas pro mal com certeza dá certo e em mim logo não tenho nem dúvida que pegaria!” ¬¬