sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Twittando



Ontem na faculdade conversando com a Mariana (uma grande amiga minha) chegamos a conclusão q estávamos fora do mundo virtual, pelo simples fato de não termos o tão famoso “Twitter”, pq lá tudo acontece: briga de celebridades, pessoas se perdem nas cidades e através do Twitter são guiadas por outros usuários a encontrar o caminho certo pra onde queriam ir, uma miga minha da faculdade deu uma de louca e foi bater na jovem pan em São Paulo e conseguiu participar do “pânico” na rádio ao vivo e avisou pra galera pelo “Twitter”, acontece um apagão e tudo bem “eu estou on no Twitter”.

Na verdade eu tinha uma conta no referido ”meio eletrônico”, mas nunca tinha visto finalidade nele, pq na única vez que me prestei a vasculhar o twitter eu li a seguinte frase “tô m depilando” de uma usuária baixo nível que tinha por lá, desde então nunca mais tive força de me logar de novo. Voltando, ontem no laboratório da faculdade resolvemos entrar de vez nesse mundo tão “fantástico” e comentado nos últimos tempos.

Tentei me logar sem sucesso pq não lembrava a senha, pra não perder tempo fiz pra mariana o perfil dela em poucos segundos (como é fácil fazer esse perfil) e ela entrou finalmente no Twitter e a pergunta ficou no ar: “e agora o que eu faço?”

Logo mais a noite, já em casa, comecei a “twittar” (lembrei a senha) junto com Mariana, eu na minha casa e ela na dela, mas ainda não estávamos entendendo o mecanismo do negócio e então apelei pro meu amigo virtual, o Foxx, que pacientemente me deu dicas de como usar de fato o Twitter e eu repassei as dicas pra Mariana.

Num dado momento me vi no Orkut, no chat do Orkut, no Msn, no blog,no telefone celular e, claro, no Twitter.

Em menos de 20 horas consegui 6 seguidores, dos quais, um é um Dj que nunca ouvi falar, só Deus sabe o que ele viu no meu perfil, talvez um possível fã, vai saber.

Resumindo gostei!

sábado, 21 de novembro de 2009

Ainda sobre idade ...


Ontem no trabalho uma colega conversando comigo me disse algo que me fez repensar sobre algumas coisas, ironicamente tem a ver com essa coisa de idade.No post anterior pensaram que eu tinha menos de dezoito... Hoje me senti com uns 80 anos.



Pessoal do trabalho está organizando um passeio pro próximo domingo ao Beach Park(um parque aquático daqui de Fortal), minha colega me perguntou se eu ia, eu respondi que não.

Ela me indaga com ar de espanto:- Mas pq não,Rafa?

Eu respondo: -Porque não é algo que me atrai.Não seria um dinheiro bem empregado!


Em seguida ela comenta : -Rafa, eu te acho tão velha pra tua idade!

E eu claro ,perguntei pq ela achava isso.Ela sem muitos argumentos me diz que é pq eu não gosto das mesmas coisas que uma pessoa da minha idade,não vou ao mesmo lugares,enfim...Mas se isso quer dizer seguir modismos,então ela está com a razão.

Fiquei pensando até que ponto isso é ruim ou bom(ser considerada velha pra minha idade).

O foda é que isso reflete no campo amoroso( usei agora termo daquelas revistas de signo...rsrsrs Sim, eu lia!Quando minha avó era viva toda semana ela comprava e eu adorava ir pra lá pra ficar lendo). Eu adoro me relacionar com seres imaturos,complicados, sem noção, idiotas... Os certinhos,bem de vida,resolvidos não me atraem(na verdade eu acho um saco)pode acontecer de ficar,mas depois acabam virando amigos.


Cadê Freud nessas horas?

Será que ele explica?

Será?

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

A ''de menor'' ...





A gente fala tanto desse Dragão que parece que fazemos parte de algum programa turístico com intuito de promover o turismo local, mas é que realmente, com a gente, quase tudo acontece por aquelas redondezas.E o caso, digamos, engraçado que aconteceu comigo semana passada, pra variar, foi num barzinho pelos arredores do Dragão.
Essa semana (quando escrevi foi na semana corrente, mas como tava sem PC, entenda-se por essa semana, a última do mês de outubro) recebemos uma visita ilustre (a famosa D. Graça, sogra do Vanderson) diretamente de Paulo Afonso (a cidade tão falada) e pra onde poderíamos levá-la?Ao Dragão, claaaaro!Fomos tomar uma cerva num daqueles barzinhos... Até ai, coisa de praxe!
Só que ocorreu um episódio que na hora ficamos embasbacados (tipo, tinha de ser justo na nossa mesa), mas depois a gente riu da situação.
Estava eu lá de máquina em punho, pronta pra registrar D. Graça e seu genro,quando de repente,não mais que de repente, surgem dois policiais do lado da nossa mesa e um deles dispara sem ao menos nos desejar boa noite: - A identificação, por favor!Nessa hora, Vanderson saca da sua carteira de identidade e todo risonho a mostra aos policiais, que nem pegam nela, só o olham com desdém (tipo, olha ai... esse ‘’doidim’’ querendo se passar por de menor, quem ele pensa que engana?!) e viram-se em minha direção: - minha filha, cadê sua identidade? E eu, me tremendo todinha, saco da minha bolsa e procuro essa identidade... Procura em vão ¬¬
Daí eu solto: - Serve a carteira de estudante?
Nessa hora o policial nada simpático, aumenta o tom da voz e diz: - Tu é menor de idade é menina? (eu pensei: quem me dera, eu aqui beirando os 24, já já tenho de começar a usar renew). Vanderson se mete e diz: - Essa ai?!De menor?!(gaitadas).
Eles aceitam minha carteira de estudante e vêem que eu realmente não era menor de idade, depois desse constrangimento é que eles explicam do que se trata(isso só depois de nós nos tornarmos o centro das atenções daquele bar). Alegaram que era um trabalho que eles estavam fazendo ,com intuito de diminuir a ingestão de bebida alcoólica por parte dos menores de 18 anos e a prostituição infantil.
Trabalho importante, até apóio, mas que deveria ter uma abordagem melhor!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Comentários pertinentes

Em uma sala de aula quente e com poucos ventiladores funcionando o professor fala: “Como está quente né pessoal?! Isso é culpa do efeito estufa, deve ter sido por isso que aquela aluna da Uniban foi à aula usando aquela roupa tão curta” a partir desse momento começou uma discussão sobre a vestimenta adequada para se frequentar a Universidade, o professor falando: “... que no meu tempo os professores ministravam as aulas de terno e gravata e que agora tem professor vindo até de bermuda para Universidade”, os alunos participaram ativamente da discussão falando que os tempos eram outros e mostrando seus pontos de vista e eu fiquei na minha pedindo a Deus que aquela aula acabasse logo... Num certo momento uma menina que tava sentada a minha frente fala bem alto chamando a atenção de todos: “Professor é mesmo viu, pq tem um Padre na cidade onde minha mãe mora que apareceu com dois filhos...”. Depois de um total SILÊNCIO na sala, que dava pra ouvir o barulho do pouco vento batendo nas árvores do lado de fora do prédio, o professor solta: “O que tem a ver o Padre com isso aqui que estamos falando? Vamos voltar pra aula que é melhor” fala incrédulo dando uma pausa dramática enquanto olha pra aluna e indaga virando para o quadro cheio de cálculos: “Eu parei onde mesmo?”



quarta-feira, 11 de novembro de 2009

A Odisséia dos Cintos

Fui buscar uns cintos pro Axey (meu namorado) que ele tinha deixado pra confeccionar em uma loja no centro da cidade. Marcaram para as 12:00h a entrega dos cintos. Cheguei lá por volta das 12:35h e disse: “ oi ei vim buscar uns cintos ...” a simpatia da atendente/velha não deixou nem terminar e disparou: "num tá pronto não e só vão ficar prontos lá pelo final da tarde" isso toda grossa e eu :"se a senhora sabia q não ia tá pronto, pq não marcou outro horário pra vir buscar e outra já que marcou, eu quero o cinto é agora!" e ela:"num é assim não, esse cinto é muito demorado e muito difícil de fazer " e eu: "num quero saber não, você marcou as 12 eu cheguei as 12:35 e num tá pronto! Como é q pode?" e ela ficou loucaaa resmungando e eu: "cadê minha senhora, vai demorar? como é q é? pq eu tenho q estar as 14:00 na cidade dos funcionários" (pra quem não conhece a cidade dos funcionários é do outro lado da cidade looonge do centro que era onde eu estava) e ela resmungando todo o tempo. Em seguida ela entrou numa parte reservada da loja e veio um cara (funcionário) falar comigo, aí ele manda uam ótima na minha cara: "o rapaz responsável pelo cinto foi ALMOÇAR e volta daqui a pouco" e eu fiquei com ódio, queria voar no pescoço desse povo, mas dessa vez m calei, pq eu ia fazer o q se o responsável num tava lá? Em poucos minutos veio um outro cara mastigando ainda e disse q os cintos iriam ficar prontos dentro de 15 min (...) e o tempo passando (...) nesse meio tempo chegou outra cliente pedindo um sapato q tinha deixado lá a mais de uma semana, mas a cliente tinha esquecido o recibo em casa, então a atendente/velha/enjoada não queria entregar o sapato da mulher dizendo q não sabia “onde se localizava” o dito sapato e a cliente :"minha senhora tá aqui o meu sapato eu tô vendo é esse branco aki" e a velha /atendente/cega:"não eu não tô vendo, eu não vou procurar, pra que você foi perder o papel?" nessa hora eu fiz uma negativa com a cabeçaa (tipo discordando da atitude da velha/atendente) e ela ficou com ódio da minha atitude e jogou: "ei menino pq você tá balançando a cabeça? pq?" e eu me fazendo de doido: " agora pronto eu num posso mais balançar a minha cabeça naum? será? Essa era só a que faltava!!" ela ficou lá resmungando e foi andando pra parte interna da loja falando bem alto: "cadê os cintos do rapaz estão prontos? pq ele tá com pressa!!". Depois de alguns minutos o cara do cinto veio me entregou os cintos e eu perguntei: "são só esses 3 cintos? tem certeza?" e o cara: "é são só esses" tudo bem fui “mimbora”, quando eu já tava chegando o terminal do papicú (40 minutos depois) o cara do cinto liga: "oi, senhor você esqueceu um cinto aqui na loja" quase q eu mooorro nessa hora,abri minha mochila e conferi os cintos, estavam todos os 3 cintos lá e soltei: "eu esqueci? se eu t perguntei se eram só 3 e vc confirmou! como é q pode?" e o cara ficou sem saber o q dizer: "gu...ga...lkli....heuie,e" gaguejando: “não eu falei q eram 4 cintos” lá fui eu voltar pra pegar os cintos quando a atendente/velha/chata me viu jogou o cinto em cima do balcão, peguei, girei nos calcanhares e sai sem dizer nada.

PS: Os cintos estavam todos errados num davam a volta nem em uma cintura 36, ou seja, outro estresse por telefone...

sábado, 7 de novembro de 2009

A Primeira Balada...



Eliardo e eu decidimos, depois de muito pensar, enfim ir a uma boate gay. Era uma sexta e então fomos nos aventurar na noite fortalezense. Chegamos um pouco cedo e ficamos nos arredores do dragão do mar (perto do lugar X) tomando umas cervejinhas pra fazer a “vibe” e tirar o nervosismo, sim pq como em toda primeira vez nós estávamos ansiosos e tensos pq não sabíamos o que íamos encontrar, ou pior, quem encontrar...

Na época o medo de sermos visto ou de que os outros soubessem que estávamos numa boate gay era enorme e então todo cuidado era pouco... ficamos numa praça próximo e esperamos o melhor momento, ou seja, quando não tivesse quase ninguém em frente, para pudermos entrar.

Uma vez dentro, luz piscando, muita batida, várias opções na pista, um novo mundo, como podia ali dentro comportar uma outra galáxia? Onde poderíamos ser quem somos e o melhor, paquerar a vontade se não fosse alí?

Dancei timidamente quase parado, Eliardo também com performances mais contidas, ficamos perto da parede analisando o ambiente novo e desconhecido, sem saber exatamente como agir, parecíamos teens quando passam a noite fora pela primeira vez. Depois de ir ao bar algumas vezes e nos abastecer de caipirinha com as luzes potencializando os efeitos do álcool, avistei um carinha m olhando, só uma coisa DERRUBADOOO, ele veio em minha direção e não tive como m “defender” ele chegou e sem mais palavras me agarrou e me beijou ferozmente, já com Eliardo ele tb ficou com outra CARNIÇA igualmente DERRUBADOOO.

Como nossos esquemas foram “fim de carreira” decidimos nunca mais tocar no assunto da “primeira vez” e nunca contamos pra ninguém, até agora.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Sobrando em Sobral: só um trago vai!

Sexta a noite e eu aqui sozinho numa cidade que acontece só uma coisa... NADA!! Foi quando vi minha sorte mudar quando uma amiga me chama pra ir a uma calourada do povo da humanas, lembrei das benditas calouradas do CH da UFC e pensei...por que não???? Ainda mais quando ela me disse que teria alguém pra me apresentar.

Chegando lá... já dizia o R. Russo: festa estranha, gente esquisita... vi que a festa não tinha nada a ver comigo e com uma galera que não era a minha, nada de luzes ou fumaça e nem de longe se ouvia a possibilidade de rolar Madonna ali, rsrsrsr.

O que valia pena mesmo era o carinha que minha amiga me apresentou, tipo caladão, visual alternativo com seus cordões de sementes, penteado meio rebelde e uma tatuagem na perna e que perna, diga-se de passagem. Puxei de mim todo o papo sobre reggae, Bob Marley, tatuagens (Ter um irmão surfista tinha que servir de alguma coisa um dia) e blábláblá....enfim! fiquei naquela tentando fazer a vibe do cara, tentando puxar um assunto em comum por que em comum naum tinhamos nada. Entre algumas risadas e pausas no meu monólogo ¬¬, ficamos finalmente sozinhos... uma conversinha mais próxima do ouvido, pensei, opa é agora ! finalmente uma noite interessante aqui nessa bendita cidade. O carinha segura minha mão e com um olhar convidativo me diz: Quer??? E antes que eu pudesse imaginar o que poderia ser, lá está ele segurando um cigarro de maconha que mais parecia um charuto cubano a la Marley. Recusei . O carinha me olha com um olhar de repressão, parecia que eu tinha feito algo abminável, soltou minha mão e se virou. Fiquei puto e fui embora, sou nem obrigado!!! Ainda mais essa ter de fumar maconha pra poder ficar com alguém, tu acha!!! ¬¬



Depois dessa resolvi andar somente em lugares pra naum fumantes ouvintes de Madonna. : )